Latest Post

UM MINUTO FAZ DIFERENÇA

     A Federação Israelita do Estado do Rio de Janeiro, por intemédio da Diretoria de Cultura, juntamente com a Secretaria municipal de Assistência Social e Direitos Humanos e o Estação Gávea, torna público que realizará o Concurso Cultural de Filmes “UM MINUTO FAZ DIFERENÇA”, de acordo com as exigências estabelecidas neste Edital.
Resultado de imagem para cinematografia

1. DO OBJETO E OBJETIVO

1.1. O objeto deste concurso consiste na escolha de 03 (TRÊS) filmes,
I. Os filmes deverão ter 60 segundos de duração, incluindo os créditos. Será dada uma tolerância de no máximo até 3 segundos.
II. Os trabalhos inscritos neste Concurso devem abordar o Judaísmo nos dias de hoje, considerando para isto os temas: identidades judaicas ; famílias judias e humor judaico.
1.2. O objetivo deste concurso é gerar uma reflexão e incentivar práticas espontâneas, positivas e construtivas presentes cotidiano.
1.3. Para efeito deste concurso considera-se:
I. Projeto: Filme apresentado neste concurso;
II. Candidato: as pessoas físicas inscritas no concurso;
III. Concorrente: todos os candidatos que atenderem às regras e às condições estabelecidas neste Edital;
IV. Fase de habilitação: etapa de verificação da adequação das candidaturas às regras e condições estabelecidas neste concurso;
V. Fase de avaliação: etapa de atribuição de pontuação aos projetos habilitados;
VI. Fase de conferência da documentação: etapa de convocação dos selecionados e de envio e conferência da documentação complementar;
VII. Fase da premiação: convocação de 03 (TRÊS) realizadores dos filmes escolhidos na fase de seleção para o recebimento da premiação, conforme consta no Item 3 deste Edital.

Imagem: http://bunkersuburbano.blogspot.com.br/2017/11/origens-do-moderno-judaismo.html
Mais informações leiam o edital completo aqui! (Edital)
Leia o Edital abaixo e em seguida clique aqui para fazer sua inscrição.Em caso de dúvidas, clique aqui para enviar seu email.


   Quantas vezes você já ouviu alguém falar sobre estudo bíblico "que você tem que ir de gêneses a apocalipse e ler tudo isso em 365 dias?" Com certeza várias vezes não é? Isso certamente se deve ao fato de que muitas religiões querem conhecer a bíblia como algo religioso dentro de sua propria religião e por ai já começam errando.  
    Grande maioria dos estudiosos bíblicos acham que como os Judeus entendem bem da bíblia e que são a nação sacerdotal e eles estudam a bíblia o ano todo, as outras religiões querem ler o antigo e o novo testamento no tempo de 365, mas ler não é a mesma coisa que estudar ou entender, e existe alguns fatores para fazer isso da maneira certa.

1-  Primeiramente para entender o antigo testamento você tem que conhecer o contexto cultural da região a qual o livro foi escrito, ou seja, a cultura Judaica Israelense, Babilônica e mediterrânea no geral, tanto naquela época quanto hoje.

2- Sabe aqueles trechos que muitos dizem "Isso é mistério" não tem mistério se você conhecer a cultura e costumes da nação Israelense, ou seja se você conhecer a lei e como ela se aplica, tudo fica facinho! Estudar a biblia não tem haver com sentimento de amar a palavra.. tem haver com estudar e muito, pois é um assunto sério!

3- Os Judeus para entender de maneira mais clara todo o antigo testamento/Tanach precisam conhecer bem e perfeitamente a Torah que consiste nos 5 primeiros Livros da bíblia ou seja os livros de Génesis - Êxodo - Levítico - Números - Deuteronômio.
4 - Entender que o Antigo testamento não se chama assim, e sim Tanach constiuidos por (יְהוֹשֻעַ / Yĕhôshúa ') - Joshua / (שֹׁפְטִים / Shophtim) - Juízes / (שְׁמוּאֵל / Shmû'ēl) - Samuel /(מְלָכִים / M'lakhim) - Reis /(יְשַׁעְיָהוּ / Yĕsha'ăyāhû) - Isaiah /(יִרְמְיָהוּ / Yirmyāhû) - Jeremias /(יְחֶזְקֵאל / Yĕkhezqiēl) - Ezekiel /Os Doze Profetas Menores (תרי עשר, Trei Asar , "The Twelve") 
(הוֹשֵׁעַ / Hôshēa ') - Oséias /(יוֹאֵל / Yô'ēl) - Joel /(עָמוֹס / 'Āmôs) - Amos /(עֹבַדְיָה / 'Ōvadhyāh) - Obadiah /(יוֹנָה / Yônāh) - Jonah /(מִיכָה / Mîkhāh) - Micah /(נַחוּם / Nakḥûm) - Nahum /(חֲבַקּוּק / Khăvhakûk) - Habacuque /(צְפַנְיָה / Tsĕphanyāh) - Sofonias/ (חַגַּי / Khaggai) - Haggai/ (זְכַרְיָה / Zkharyāh) - Zacarias /(מַלְאָכִי / Mal'ākhî) - Malaquias
5- O estudo de Génesis - Êxodo - Levítico - Números - Deuteronômio  é divido em porções semanais denominadas de Parashah (no hebraico פרשה porção no pl. parashot ) elas são:


Bereshit = Geneses 

Bere’shit, בראשית Gen. 1:1-6:8  -  Noach, נח 6:9-11:32  -  Lech Lecha, לך לך 12:1-17:27  -  Vayeira, וירא 18:1-22:24  -  Chayei Sarah, חיי שרה 23:1-25:18  -  Toledot, תולדות 25:19-28:9  -  Vayetze, ויצא 28:10-32:3  -  Vayishlach, וישלח 32:4-36:43  -  Vayeshev, וישב 37:1-40:23  -  Miketz, מקץ 41:1-44:17 - Vayigash, ויגש 44:18-47:27  -  Vayechi, ויחי 47:28-50:26

Shemot = Exodo

Shemot, שמות Ex. 1:1-6:1  -   Va’eira, וארא 6:2-9:35  -  Bo, בא 10:1-13:16  -  Beshalach, בשלח 13:17- -  7:16  -  Yitro, יתרו 18:1-20:23  -  Mishpatim, משפטים 21:1-24:18  -  Terumah, תרומה 25:1-27:19  -  Tetzaveh, תצווה 27:20-30:10  -   Ki Tisa’, כי תשא 30:11-34:35  -  Vayakhel, ויקהל 35:1-38:20  -  Pekudey, פקודי 38:21-40:38

Vayikrá = Levitico

Vayikra’, ויקרא Lev. 1:1-5:26  -  Tzav, צו 6:1-8:36  -   Shemini, שמיני 9:1-11:47  -  Tazria, תזריע 12:1-13:59  -   Metzora, מצורע 14:1-15:33   -  Acharei, אחרי מות 16:1-18:30  -  Kedoshim, קדושים 19:1-20:27 - Emor, אמור 21:1-24:23  -  Behar, בהר 25:1-26:2  -  Bechukotai, בחוקותי 26:3-27:34


Bamidbar =  Números

Bamidbar, במדבר Num. 1:1-4:20  -   Naso, נשא 4:21-7:89  -  Behaalotecha, בהעלותך 8:1-12:16
Shlach, שלח לך 13:1-15:41  -  Korach, קרח 16:1-18:32  -  Chukat, חקת 19:1-22:1  -  Balak, בלק 22:2-25:9  -  Pinchas, פנחס 25:10-30:1  -  Matot, מטות 30:2-32:42  -  Masei, מסעי 33:1-36:13

Devarim = Deuteronômios 


Devarim, דברים Deut. 1:1-3:22  -   Va’etchanan, ואתחנן 3:23-7:11  -  ‘Ekev, עקב 7:12-11:25  -  Re’eh, ראה 11:26-16:17  -  Shoftim, שופטים 16:18-21:9  -  Ki Tetze’, כי תצא 21:10-25:19  -  Ki Tavo’, כי תבוא 26:1-29:8  -  Nitzavim, ניצבים 29:9-30:20  -  Vayelech, וילך 31:1-31:30  -  Ha’azinu, האזינו 32:1-32:52 - VeZo’t HaBrachah, וזאת הברכה 33:1-34:12

Mas e o novo testamento?

    O novo testamento não se trata de um livro judaico então para os Judeus não é considerado como bíblia, então não se enganem pois Judeu que é judeu não o estuda como parte de sua cultura para da importância a ele "Estudo como qualquer outro livro", mesmo porque como muitos pensam o Novo testamente não é continuação do Antigo testamento e nem o antigo testamento é antigo ou velho, esse complexo e não complicado grupo de livros se chama Tanach.

Gostaram, tem alguma duvida, deixem em seu comentário que estaremos respondendo o mais rapido possível!


   Decorar com artesanato é uma arte, e a beleza está nos
detalhes, já que usamos peças artesanais lindas que podem ser confeccionados
com diversos materiais e com diversas formas diferentes. E você ainda pode
inovar nas cores e texturas de suas peças. Por isso hoje vamos mostrar algumas
ideias lindas para você colocar em prática na sua decoração.



Lindo tecido

   Com tecido você
pode fazer diversas coisas
, até mesma renovar inteiramente um
móvel, veja só essa cômoda sendo totalmente restaurada com artesanato feito com
tecido. 
 


Bambinas bibelôs decoram muito bem!

Mensagem com mdf

   Com o mdf
você pode fazer letras para colocar mensagens por toda a sua casa, além disso
você pode fazer um quadro lindo com as letras.

  A visão do ministro dos Transportes, Yisrael Katz, para um trem que liga os portos marítimos israelitas à fronteira da Jordânia e, com expectativa, além do Iraque e da Arábia Saudita, aumenta os fundos de planejamento inicial; os trens de carga diminuiriam o tráfego de caminhões nas estradas israelenses, melhorando a segurança, o trânsito.
   O ambicioso plano de transporte do Yisrael Katz para se conectar estender as vias férreas de Beit She'an East até o cruzamento Sheikh Hussein na fronteira da Jordânia foi atribuído a 15 milhões de NIS no orçamento de 2019.
   Os fundos serão investidos no planejamento da extensão das trilhas para o cruzamento da fronteira.
   Os trens estão dispostos a transportar passageiros e carga entre o litoral mediterrâneo israelense e a Jordânia, ou com mais otimismo - se houver um acordo de paz entre os países - todo o caminho para o Iraque e a Arábia Saudita também.
Yisrael Katz (Foto: AP)
Yisrael Katz (Foto: AP)
     Atualmente, com os portos marítimos sírios fechados, uma grande quantidade de carga abre caminho na linha Israel-Jordânia através de caminhões. O projeto ferroviário planejado diminuirá significativamente a necessidade de caminhões que sejam um perigo nas estradas.
    Um novo terminal de carga precisaria ser construído no cruzamento da fronteira para os trens de carga; Atualmente, a carga que chega em Israel é transferida dos caminhões jordanianos para israelenses que, em seguida, o transportam para os portos em Haifa e Ashdod. O custo do projeto - incluindo 15 quilômetros de trilhas duplas, pontes e túneis - está em NIS 2 bilhões. O terreno desafiador da região exigiria soluções de engenharia únicas.



Ilustração do trem (Foto: Ahiya Ravad)
Ilustração do trem (Foto: Ahiya Ravad)
  Atualmente, com os portos marítimos sírios fechados, uma grande quantidade de carga abre caminho na linha Israel-Jordânia através de caminhões. O projeto ferroviário planejado diminuirá significativamente a necessidade de caminhões que sejam um perigo nas estradas.
  Um novo terminal de carga precisaria ser construído no cruzamento da fronteira para os trens de carga; Atualmente, a carga que chega em Israel é transferida dos caminhões jordanianos para israelenses que, em seguida, o transportam para os portos em Haifa e Ashdod.
  O custo do projeto - incluindo 15 quilômetros de trilhas duplas, pontes e túneis - está em NIS 2 bilhões. O terreno desafiador da região exigiria soluções de engenharia únicas.
   Israel Railways criou uma equipe de planejamento para supervisionar e avançar o projeto. Com a sua conclusão, o comboio servirá de ponte terrestre, facilitando o transporte eficiente e ininterrupto entre o Oriente eo Oeste.
                        "A Emek Railway (através do Vale de Jezreel) servirá de 
                        corredor de trânsito regional para a carga entre a Europa
                         e o Oriente Médio e conectará o Mar Mediterrâneo e será
                         uma ponte de paz", disse o ministro dos Transportes, Yisrael Katz. 
                        "A linha melhora a ligação à Jordânia e ao Golfo Pérsico além
                        e servirá de alternativa à rota do mar, que circunda a Península Arábica".
    Katz continuou: "Minha visão para conectar a Arábia Saudita e os Estados do Golfo e a Jordânia ao porto de Haifa e ao Mar Mediterrâneo transformará Israel em um centro de transporte naval e fortalecerá a economia israelense. Esta é uma visão realista de que estou avançando em parceria com o governo americano e outros órgãos internacionais relevantes ".
   O potencial econômico envolvido no aumento do comércio entre Israel e os estados do Golfo dá valor estratégico ao projeto e aumenta a probabilidade de paz econômica no Oriente Médio.
   Já, um terminal temporário foi construído na estação ferroviária de Beit She'an em preparação para um terminal permanente a ser construído a uma curta distância perto de Sde Nahum. O terminal processará a carga que viaja entre a Jordânia e os portos marítimos de Israel.
   O ministro Katz disse que a construção de trilhos de comboio para o porto de Haifa e o centro do país diminuirá o número de caminhões na estrada, o que melhorará a segurança, diminuirá o número de acidentes envolvendo caminhões e reduzirá o congestionamento do trânsito.

   Quando li essa postagem no blog da querida Esther Goldberger , lembrem que antes de me casar li um livro de titulo "Casamento com compromisso" da Rebbetzin Esther Jungreis. Até então não tinha muita ideia do que seria exatamente, e vendo essa postagem tão completa resolvi compartilhar com vocês... Então meninas vem comigo ler a explicação.
16.01.2018 - Por: Esther Goldberger
   Como uma mulher pode se tornar uma Rebbetzin? Eh uma profissão? Ha um curso especifico? Ela pode ser uma Rebbetzin se o marido não eh Rabino?  A esposa de cada rabino é automaticamente um Rebbetzin? Qual a diferença entre Rebbetzin e Rabanit? Elas ganham salario? Possuem direitos trabalhistas? O que elas fazem durante o dia? 
   Essas são algumas perguntas que eu peguei online, vindas de varias pessoas que se perguntam o que significam os títulos de rebbetzin e rabanit.
Da Wikipedia americana: 'rebbetzin (yiddish: רביצין) ou rabbanit (hebraico: רַבָּנִית) é o título usado para a esposa de um rabino, tipicamente dos grupos ortodoxos. A palavra yidish 'rebbetzin' tem uma etimologia trilíngue: hebraico rebbə "mestre", mais o sufixo feminino eslavo -itsa e o sufixo feminino alemão -in.'

Leiam mais...

Imagem relacionada
Estudo feito em comunidades de pescadores constata que um terço das principais espécies pescadas está ameaçado e põe em risco a segurança alimentar (foto: Matthew Hoelscher / Wikipedia)
Peter Moon  |  Agência FAPESP – O esgotamento mundial dos cardumes, a redução na diversidade do que é pescado e a diminuição no tamanho dos peixes capturados são grandes desafios para a atividade pesqueira. O enfrentamento dessas questões envolve o desenvolvimento de políticas de conservação de cardumes e de pesca sustentável.

Tais problemas não estão apenas ligados ao aspecto macroeconômico da indústria pesqueira e da aquicultura, responsáveis pelo abastecimento do mercado mundial com proteína animal marinha. Há os aspectos econômico-ecológicos ligados à pesca em pequena escala e que escapam às estatísticas dos organismos de fiscalização governamentais.

Esses aspectos envolvem a pesca artesanal em pequenas comunidades tradicionais, muitas delas espalhadas pelo litoral da Mata Atlântica brasileira, como revela um estudo que vem sendo desenvolvido ao longo dos últimos 20 anos em sete comunidades de pescadores artesanais no litoral sul do Rio de Janeiro e no litoral norte do Estado de São Paulo.

O estudo liderado por Alpina Begossi, do Núcleo de Estudos e Pesquisas em Alimentação (Nepa) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), registrou que boa parte das espécies de peixes capturadas por pescadores artesanais se encontra em situação de ameaça. Begossi é também professora na Universidade Santa Cecília e diretora do Fisheries and Food Institute (FIFO), ou Instituto para a Pesca, Diversidade e Segurança Alimentar, do qual é uma das fundadoras.

A pesquisadora atua desde os anos 1980 na área de ecologia humana das comunidades de pescadores artesanais na costa da Mata Atlântica e de populações ribeirinhas da região amazônica. Seu método de trabalho consiste em combinar conceitos e modelos de biologia, ecologia e antropologia para entender as relações entre a população e o uso dos recursos naturais.

Begossi e colegas acabam de publicar a primeira radiografia da situação dos pescadores artesanais nos litorais de São Paulo e do Rio de Janeiro e dos pesqueiros dos quais eles dependem. O trabalho foi publicado na revista Ambio e está inserido em um Projeto Temático coordenado por Begossi e financiado pela FAPESP.

“A pesquisa resume uma série de projetos iniciados nos anos 1990, com pesquisadores do Brasil e, atualmente, com outros da França e da Croácia que vêm trabalhando comigo desde então”, disse Begossi.

Ela se refere aos coautores do artigo Natalia Hanazaki, da Universidade Federal de Santa Catarina, Priscila Lopes, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Renato Silvano, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Gustavo Hallwass, da Universidade Federal do Pará, e Svetlana Salivonchyk, do Institute for Nature Management da Bielorrússia.

“Temos reunidos 20 anos de dados de consumo da pesca artesanal. No período, fizemos o registro das espécies de peixes consumidas e constatamos a sua crescente escassez com o passar dos anos, o que está em concordância com os indícios de que algumas espécies estavam sendo superexploradas, enquanto outras entravam para a lista vermelha das ameaçadas”, disse.

Com o enorme conjunto de dados de que dispunha, o grupo resolveu reuni-lo no trabalho agora publicado. Entre 1986 e 2009, foram realizadas centenas de entrevistas com pescadores artesanais de sete comunidades nas ilhas de Búzios, Vitória, Jaguanum e Itacuruçá e em três localidades costeiras (Puruba, Picinguaba e Praia Grande/Paraty).

O questionário aplicado nas entrevistas com os pescadores era de respostas abertas e envolvia perguntas do tipo “Você comeu peixe no jantar de ontem?”, “Qual peixe?”, “E no almoço?”.

Entre 70 e 110 espécies de peixes são alvo de captura pela pesca artesanal e comercial na região. As oito espécies mais frequentemente mencionadas pelos entrevistados foram a anchova (Pomatomus saltatrix), pescada (Cynoscion sp.), corvina (Micropogonias furnieri), garoupa (Epinephelus marginatus), peixe-espada (Trichiurus lepturus), xarelete (Caranx sp.), tainha (Mugil curema) e imbetara ou betara (Menticirrhus americanus).

De um total de 65 espécies mencionadas pelos pescadores em 347 entrevistas e mais de 1,5 mil coletas sobre consumo, cerca de 33% tiveram redução de população desde o início do estudo em 1986, enquanto para 54% das espécies capturadas a situação de seus estoques é desconhecida de acordo com dados da União Internacional para a Conservação da Natureza.

Segundo os autores, a crescente escassez de tais espécies impacta a segurança alimentar e o sustento dos pescadores artesanais que dependem dos recursos de sua captura tanto para a alimentação de suas famílias quanto para complemento de renda.

A maioria das espécies mencionadas é preterida pela pesca comercial pelo baixo volume dos cardumes. Por isso mesmo, elas têm maior valor individual e são fornecidas a restaurantes especializados no eixo Rio-São Paulo.

“Como resposta à ameaça aos cardumes, o governo brasileiro já estabeleceu diversas proibições à captura das espécies ameaçadas de extinção, sem, entretanto, incluir medidas de manejo da pesca e sem incluir prioridades no estudo dessas espécies”, disse Begossi.

“Se por um lado tal política visa proteger e recuperar os cardumes, por outro ela consiste em uma ameaça à pesca em pequena escala e ao sustento dos pescadores artesanais e suas famílias. A solução não está na proibição pura e simples da pesca destas espécies, mas no seu manejo sustentável”, disse.

Há ainda a questão da diversidade alimentar. “As espécies capturadas pela pesca artesanal são aquelas que garantem nossa diversidade alimentar. Os peixes preferidos, como a garoupa ou o robalo (Centropomus undecimalis), vêm da pesca artesanal. Nenhum deles vêm da pesca industrial”, disse a pesquisadora.

“Há espécies que eram comuns nos anos 1980, como a garoupa, mas que rarearam bastante. Hoje ainda se encontra garoupa, mas de tamanho menor. Já um peixe do mesmo gênero como o cherne (Epinephelus niveatus), este não se vê mais. Não é mais citado pelos pescadores. É um caso crítico”, disse.

O trabalho de Begossi e colegas destaca a necessidade de se reunir mais e melhores dados biológicos e ecológicos das espécies marinhas da costa da Mata Atlântica brasileira. Segundo ela, esses dados são “urgentemente necessários” para ajudar a promover a conservação e o manejo destas espécies.

“Nossa opção é permitir que esses peixes desapareçam? Nossa escolha é daqui para a frente comer apenas três ou quatro espécies de peixes, aqueles fornecidos pela aquicultura, como a tilápia e o salmão? É esse o futuro que queremos?”, disse.

O artigo Threatened fish and fishers along the Brazilian Atlantic Forest Coast (doi:10.1007/s13280-017-0931-9), de Alpina Begossi, Svetlana Salivonchyk, Gustavo Hallwass, Natalia Hanazaki, Priscila F. M. Lopes e Renato A. M. Silvano, pode ser lido em https://link.springer.com/article/10.1007%2Fs13280-017-0931-9.



1
O mármore é uma pedra natural que, junto ao granito, é adorado por arquitetos, designers de interiores e seus clientes, seja pelo seu visual ou pelas vantagens que apresenta.

A rocha ornamental é conhecida principalmente por trazer sofisticação aos ambientes, seja usando-se em pisos, paredes ou bancadas.

Apesar de tudo isso, no momento de orçar um projeto o preço do mármore pode sair não muito em conta, já que há o custo da instalação + preço da pedra, que é elevado. Confira alguns valores.

No entanto, é claro que a indústria não se deixaria abalar e conseguiria levar ao mercado opções que fossem visualmente semelhantes ao mármore. Assim, mesmo com baixo orçamento seus clientes poderão ter acesso ao visual rústico proporcionado por eles.



Porcelanato

Porcelanatos já são conhecidos por serem um tipo de revestimento duradouro e de qualidade. Possuem uma grande variedade de cores e estilos, sendo um deles o que imita o aspecto do mármore.

O material é ideal para ambientes internos e externos, enquanto o mármore não é recomendado neste último por sofrer desgastes com intempéries.

O porcelanato é um piso pouco poroso, fazendo com que sua resistência seja alta e possa ser utilizado em locais que costumam molhar ou sofram com a umidade.

Seu preço ainda é um pouco elevado, mas nada que se compare à pedra natural.

Porcelanatos que imitam mármore carrara podem ser encontrados em peças grandes (1x1m), ajudando a simular mais realisticamente o aspecto da pedra.

A impressão de tal tipo de porcelanato vem evoluindo cada vez mais. Já é possível encontrar modelos que possuem veios distintos em cada peça, como ocorre com o próprio mármore.

Por fim, a instalação do porcelanato cria juntas secas que farão a diferença entre um revestimento e outro ser mínima.


Corian

A criação do Corian como material surgiu justamente para ser uma opção mais barata em relação ao mármore. É semelhante ao Silestone que, por sua vez, mimetiza o granito.

O Corian é um material sintético feito 100% de plástico, enquanto o mármore é natural.

Criado para ser utilizado em bancadas, o material é fácil de ser moldado, possui alta resistência a danos, bactérias e manchas e pode ser consertado com facilidade. A limpeza e manutenção são práticas e simples.

Veja também:  Pinturas artesanais dão vida nova a vasos de barro
Possui mais de 80 opções de cores e também é fabricado na cor puramente branca, opção que o Silestone não oferece.


Cerâmica

Revestimentos cerâmicos também entraram na onda de imitar o visual de pedras. A cerâmica costuma sair pela metade do preço oferecido pelo mármore.

As peças de cerâmica são utilizadas principalmente para pisos e revestimentos de parede e são de fácil manutenção. Além disso, o piso costuma não manchar.

Algumas desvantagens são o rejunte que fica facilmente encardido e a resistência, que não é muito alta.


Pintura

Com tanta tecnologia na indústria, as tintas já não servem mais apenas para pinturas básicas e lisas. Pode-se criar efeitos a partir da tinta como se a parede estivesse com outro tipo de revestimento, inclusive o mármore.

A Suvinil possui uma linha de efeitos decorativos composta por quatro tipos de textura que podem ser aplicadas. Uma dessas linhas é a “efeito mármore”.

As tintas saem mais baratas que a pedra e ainda possuem menor espessura. Já em questão de durabilidade, não é a melhor.


Vinil/piso vinílico

O vinil é um material que possui estilos, cores e padrões dos mais diversificados. É claro que o “estilo mármore” não ficaria de fora.

Utilizado geralmente como piso, o vinil é de fácil e rápida instalação, por meio do sistema de encaixe. Da mesma forma, retirar o material é possível sem desperdiçar ou danificá-lo.

O piso vinílico não mancha, é antiderrapante e não deforma. Entretanto, não é recomendado que seja usado em locais em contato direto com a água, como box de banheiro, por exemplo.

Saiba mais cobre instalação e cuidados com pisos vinílicos.


É importante lembrar que alguns desses materiais apenas se assemelham visualmente ao mármore, não podendo oferecer outras características como a resistência, o polimento e outras funções desejadas.

A decisão de qual material escolher, incluindo o mármore como opção, deve ser pensada planejando-se a longo prazo. Muitas vezes, apesar de sair caro, o mármore em si pode acabar possuindo o melhor custo-benefício. Para as vezes que não, fica a dica do bim.bon para o seu próximo projeto.

MKRdezign

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *

Tecnologia do Blogger.
Javascript DisablePlease Enable Javascript To See All Widget